3 Perguntas: Aline Fogolin, Bauru para o Futuro!

(Fotos: Reprodução Facebook) Nascida em São Paulo, Aline Prado Fogolin percorreu o Estado com os pais até se fixar na em Agudos, para poder atender às necessidades naturais no sangue: Servir sua comunidade da melhor forma possível, desde na Associação Comercial local, até o Interact e o Rotaract, clubes do Rotary para desenvolvimento de lideranças jovens. Advogada por formação, na ITE em Bauru, pouco tempo permaneceu diretamente na profissão. O mundo empresarial já lhe chamava, quando iniciou uma nova jornada como para apoiar as Micro e Pequenas Empresas. De consultora local a internacional, através do SEBRAE, Aline se jogou no mundo. Após as vivências internacionais, trouxe a perspectiva de Cidadã Global de volta às MPEs como Assessora da Diretoria Técnica na Capital, onde sua capacidade de assumir a Gerência do Escritório Regional de Bauru se apontou e se tornou realidade. Durante essa gestão, que se tornou um breve caminho entre o know how de mercado e o serviço público, um encontro de prefeitos promovido pelo E.R. promovia o cenário do novo capítulo que se iniciava, quando o eleito Clodoaldo Gazzeta a convidou para assumir a SEDECON - Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Turismo e Renda, que se tornaria palco de uma reestruturação sem precedentes. Como construir, através do Poder Público, um ecossistema de inovação? E como abrir as portas da Secretaria para investidores, parceiros, com transparência e seriedade como base constitucional,junto ao empresariado local? 3 Perguntas: I - Como se inicia a sua jornada na SEDECON? O que te inspirou a enfrentar esse novo trabalho? - Nunca havia participado de uma experiência como parte integrante do Poder Público. Pelo Sebrae desenvolvemos técnicas para melhorar e ampliar competitividade, gerir melhor as empresas, consolidar os empreendimentos, avaliar os riscos, enfim, variáveis importantes no mundo dos negócios. Creio que a gestão de uma cidade, através de suas Secretarias e órgãos, deve e pode receber um olhar focado na verdadeira gestão. Fazer mais com menos, avaliar os custos, prospectar incentivos e buscar investimentos, valorizar os servidores e parceiros locais...e ao final, descobrir que o trabalho é muito mais que isso: é uma missão, um desafio gigante de manter o equilíbrio que costumo dizer chama-se “politécnico” , ou seja, manter a visão de gestora técnica, sem desviar do sentido político . E política é uma arte. Que quando bem aplicada, encanta, ajuda, resolve e muda a vida da gente. II - Quais foram seus desafios iniciais? - Acredito que pela primeira vez ( e este é o feedback que constantemente tenho recebido), a Secretaria tem uma técnica na estratégia. Com isso estamos avançando na construção e criação de leis, incentivos e programas que possam ampliar a visão do empresário de Bauru. Sempre coloco em debates diversos, a frase: “O que Bauru quer ser quando crescer?” Não termos uma cadeia única ou a denominada vocação, não vejo como ameaça ou fragilidade. Mais que isso, temos a oportunidade de expandir a cadeia produtiva do município para vários setores, posicionando a cidade como uma cidade que recebe em (no Turismo de negócios, por exemplo), que valoriza seus talentos locais e apóia o empreendedor a fica na cidade, ainda que a tarefa seja árdua . Pois em tudo dependemos das outras Secretarias e órgãos do Governo Municipal E o “timming” das entregas nem sempre é tão coeso e justo. A inovação e a tecnologia são outras fontes de criação, pois o potencial imenso que temos em Bauru, se baseia fortemente no pólo universitário que somos – uma mistura de boas universidades e gestores entusiasmados com a abertura e fomento que este governo, através de nossa Secretaria, está realizando. Prova disto é a criação da Comissão permanente de ciência e tecnologia que tem como grande desafio, a criação da Lei de Inovação de nossa cidade.Aí sim Bauru começa a aparecer não só pelo nosso sanduíche... Como mulher sempre fui muito respeitada. E esta gestão conta com várias mulheres de fibra e que como eu,aceitaram esta missão. III - Quais são suas causas pessoais? O que você pretende deixar de legado com relação às suas causas, ao término de sua gestão? - Tenho comigo uma máxima: “Quem não se envolve, não desenvolve”. Por isso quero fazer o meu melhor. Quero que meu filho cresça nesta cidade que escolhi para viver. Meu maior legado é meu nome, pois através deste trabalho, espero deixar um ambiente organizado, justo, que continue a ofertar a credibilidade que hoje conseguimos implantar através de ações claras e transparentes. Espero poder continuar contribuindo para o crescimento econômico do município, com muito trabalho e projetos que possam fazer a diferença na vida das pessoas!

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