Guia básico de como comprar na Black Friday sem cair em cilada

Com a chegada de novembro boa parte dos e-commerce entram em modo de promoção. Desde o "Bug da Lu", quando o aplicativo da rede Magazine Luiza distribuiu cupons de R$ 1.000,00 em 2019 (até hoje não se sabe se foi um bug ou uma estratégia para o download do aplicativo), os consumidores estão cada vez mais atentos para as condições especiais que cada loja irá oferecer para que ele conclua a compra. Essa atenção só aumenta na Black Friday, que no Brasil deixou de ser uma data e tomou o mês inteiro. Hoje vamos dar algumas dicas para você aproveitar o máximo as promoções, dividindo algumas das estratégias mais comuns das lojas virtuais durante este período: 1) Baixe aplicativos antes de finalizar a compra Após o Bug da Lu, muitos clientes baixaram o aplicativo na esperança de algo parecido acontecer de novo. Para manter a audiência, é comum grandes redes oferecer melhores condições em seus aplicativos. Isso acontece porque a audiência adquirida nas redes sociais é emprestada. Quer entender essa frase? Basta imaginar o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, acordando e decidindo transformar o Instagram em um site de receitas. Todas as lojas perderiam seus seguidores e a ponte construída através da rede social desapareceria. Por este motivo, além de um canal exclusivo onde o algoritmo não escolhe o que vai ou não mostrar ao consumidor, tantas lojas hoje possuem seus aplicativos e incentivam o uso através de descontos e promoções. Para o cliente é vantajoso porque além de pagar mais barato ele passa a receber ofertas mais personalizadas devido ao alto grau de segmentação e informação que a plataforma constrói. Claro, baixar dezenas de aplicativos não ajuda em nada, mas você pode após fazer uma pesquisa prévia optar por aqueles cujos sites apresentam as melhores ofertas. 2) Abandone carrinhos Como já foi discutido em nosso post sobre remarketing, é estratégia básica de marketing oferecer melhores preços para quem já apresentou um grande interesse de compra. Quando você fecha um site sem ter finalizado a transação, você será impactado com cupons ou valores mais acessíveis, mas cuidado, não conte com isso caso a data esteja muito próxima do dia 27 de novembro: o produto pode se esgotar antes do dia da Black Friday. Muitas empresas já concluíram sua fase de atração (topo de funil) e já viraram a chave para o remarketing (fim de funil). 3) Compare ofertas em ferramentas gratuitas O Procon orienta a iniciar as pesquisas com pelo menos dois meses de antecedência, para acompanhar a evolução dos preços e não cair em fraudes. Para evitar os descontos falsos (conhecidos popularmente por "Black Fraude") muitos sites fazem a comparação gratuita de ofertas, alguns deles sinalizam quais sites estão seguindo as diretrizes da black friday. O Mais Barato Proteste é uma extensão gratuita que pode ser instalada no Google Chrome. Ela notifica cupons, ofertas mais vantajosas, registra quais os valores que o consumidor pretende pagar em um produto para notificar quando as promoção for atingida e traz uma análise na variação dos preços. Você pode encontrá-la aqui. Outros sites como Buscapé, Zoom e Ja Cotei fazem o comparativo de preços em vários sites e o BlackFriday.com.br já está com cadastro disponível para quem quiser receber notificações especiais. IMPORTANTE: A LGPD já está em vigência, portanto receber ofertas em seu email de sites que você não se cadastrou é crime. Você pode acessar mais dicas aqui.

Com a chegada de novembro boa parte dos e-commerce entram em modo de promoção. Desde o "Bug da Lu", quando o aplicativo da rede Magazine...